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Jeitinho brasileiro
 Garrincha
Autor da foto: klika
Até a vinda de D.João VI ao Brasil o brasileiro tinha que improvisar. Proibido de fabricar qualquer coisa, recebendo dinheiro de Portugal quando lembravam de enviar, restou criar um jeitinho para sobreviver em terra inóspita a fim de torná-la lugar plausível para viver.
Eu leio aqui ou ali, volta e outra, alguém criticando , às vezes duramente, o jeitinho brasileiro. Não sei se estas pessoas entendem completamente o que seria este fenômeno. Vamos então, deixar de lado este tipo de compreensão e passar para o outro lado.
Com a vida difícil , o brasileiro, ainda no Brasil colônia, teve necessidade de criar formas de viver pois que lhe faltava tudo. Como muitas criações humanas estas saídas para a sobrevivência nos trópicos e abandonados pela coroa foram tiradas da observação da natureza e, ainda mais, dos animais.
Agora, recentemente, estes dias mesmo um casal de garrinchas resolveu fazer um ninho na coroa-de-cristo do meu quintal. Em outros anos percebi que fizeram ninhos no buganvile, no limoeiro de limão galego, todos com espinhos terríveis. O limoeiro está capenga, desfolhado e cortei o buganvile de vinte anos para plantar outro ainda em formação. Restou a coroa - de- cristo.
É uma bobagem dizer que os animais são bonzinhos. O garrincha é pequenino, do tamanho de um polegar, canta divinamente por minutos a fio e faz o ninho com duas saídas ; uma é falsa. Tudo para se defender dos predadores, o sabiá e o bem-te-vi, que querem destruir o ninho sem motivo algum. Não é briga por terreno porque não há ninhos destes pássaros por perto, nem mesmo o que lhes possa interessar. Então, é por simples maldade , pelo prazer de destruir um ninho belíssimo, fechado, todo trançado habilmente com raminhos secos enquanto os ninhos dos outros são daqueles comuns em forma de taça. Portanto, a destruição é por inveja pura e simples. Em assim sendo, o garrincha improvisou, fazendo o ninho em um lugar com espinhos, com saída falsa e todo fechado. Deu um jeitinho para enganar os outros dois que pela manhã ou à tardinha ficam piando altíssimo e tentando chegar até o ninho mas não conseguem porque, ao investir contra o ninho, são picados pelo espinho nada agradável e voam rápido para longe.
Eu , ainda, fico pensando como é falsa a afirmação de que devemos ser sempre autênticos e verdadeiros em tudo. Ora, se até um passarinho minúsculo dá um jeitinho para sobreviver aos inimigos, como não fará o ser humano com poder de raciocínio.  Senão KLIKA ; o mal jeitinho.
Escrito por Magui às 00h20
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Sufocando os normais
A julgar pelos especialistas , oráculos modernos, a maioria da civilização ocidental está doente. O que era falta de caráter, de vergonha na cara, de ética hoje é doença.
Os viciados de outrora, aqueles que as famílias escondiam, não eram lembrados para as cerimônias e festas hoje são exibidos na mídia, são centro das atrações nas festas e reuniões. Contam suas experiências nas drogas, nas bebedeiras, nas jogatinas , nas compulções diversas. Ganham dinheiro, fazem carreira como palestrantes. Nem pense em contrariá-los !
Não suporto essa gente. Eu não posso controlar meus sentimentos. Talvez seja por que eu tenha lido A Relíquia de Eça de Queiroz quando eu tinha quinze anos. Ou me lembre claramente de um rapaz bêbado, nosso vizinho, que totalmente embriagado fazia xixi da janela da sala, me escandalizando nos meus seis anos bem como toda a vizinhança. Eu me lembro que ele subia a rua em um terno marrom, segurando nos muros.Talvez seja porque eu via, aos meus dez anos um sargento do Corpo de Bombeiros, subir a rua Flórida, totalmente bêbado. Chegava em casa, quebrando tudo, apavorando os filhos pequenos.
No meu tempo de adolescente um homem que vivia correndo atrás de sexo era tarado, ordinaríssimo, ninguém respeitava. Assim era considerado um vizinho cujas filhas cresceram conosco e, antes de sairmos juntas para algum cinema, era preciso saber onde o velho iria para não o encontrar com alguma mulher. Uma vez elas foram passar as férias em Guarapari e deram de cara com o pai, no calçadão, com outra.
Hoje, se uma pessoa for tratada como irresponsável, o errado será quem o assim considerar. O forte, o trabalhador, a pessoa disciplinada que tem uma meta, um foco na vida é considerada durona, intratável, mal educada, implicante, discriminadora.
Já estou cansada dos viciados aparecerem na mídia como coitadinhos, lacrimejantes, dizendo-se doentes em tratamento.Todos são lenientes com esta gente. Um exemplo foi quando Nelson Gonçalves foi preso, nos anos 60, por uso de cocaína. Ele trancou-se em um quarto e só saiu depois que sentiu-se bem e nunca mais admitiu que tocassem no assunto com ele. Tinha vergonha na cara. Outros exemplos semelhantes podem ser citados. O que não aguento mais são os olhos de anjo , eternos galãs do nada, a exigirem tratamento merecido por gente de caráter, de força de vontade. A contar todos os que se dizem doentes, em um leque imenso de vícios, não sobra quase ninguém para dizer basta!
 Um salve para Lesley
Escrito por Magui às 00h31
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Que venham as burcas
 A vida é uma tourada 
Os alunos de uma universidade do interior do estado de São Paulo, hostilizaram uma moça porque estava de mini saia. Na verdade, uma mulher bonita , vestida de vermelho e de mini saia foi o bastante para que um grupo de rapazes liderassem uma bagunça com palavrões e xingamentos contra a moça. Foi chamada a polícia e ela saiu escoltada e vestida com um jaleco improvisado.
A história da humanidade está marcada por atos políticos de violência contra a mulher. Vivemos séculos obrigadas a esconder nosso corpo para não provocar a sanha masculina. Nunca valeu para nada. Muitas religiões endossaram e endossam ser a mulher responsável pelos próprios crimes dos quais é vítima. Muitas morreram para que possamos ser livres como somos hoje. Evidentemente, a mulher bonita é hostilizada enquanto a mulher feia é ridicularizada de todas as formas na vida comum.
Eu até li, aqui no mundo blogueiro, uma campanha pela valorização da mulher. Mais do que claro que a campanha deve ter sido bolada por alguma filha da burguesia, possivelmente decadente e que precisa dar valor à mercadoria para levar vantagem social. Não, uma campanha dessas não vem acoplada à exigência do fim da mais valia da exploração da mulher em todos os seus aspectos e a aplicação da lei penal aos que a infrigem pela exploração e violência contra a honra e a pessoa. Esta duas facções devem fazer parte da mesma sanha de valorização da mercadoria para a mais valia na sociedade fingida, hipócrita do qual fazem parte e são cúmplices.
Se eu fosse a moça não me esconderia, enfrentaria a horda abominável frente a frente no meu direito de ir e vir. Ela diz que voltará à universidade nem que for escoltada. Faz bem , embora um lugar desses a gente não deveria passar nem na porta.
Eu quero fazer o meu PROTESTO com todas as letras e me solidarizar com esta moça enquanto manifesto meu horror pelo que, no início do século XXI, tenhamos que conviver , pelo menos, com notícias deste calibre. Isso sim envergonha o lugar onde aconteceu e à sua gente. Qualquer dia vai aparecer quem exija o uso da burca para que os rapazes não se sintam provocados ; tadinhos.
Que se apure, que se dêm nomes, que se mostrem as caras como fizeram com os neonazistas apanhados em crime recente. Se nos obrigam a ter conhecimento destas notícias de além, que nos prestem contas do atraso.
E, mais : KLIKA ou AQUI  Um salve para Maria Eugênia pela mulher forte e destemida a enfrentar a vida. Em tempo: Em 31/10/09 - Quero justificar minha ausência nos blogues amigos .É que chove há cinco dias em Guarapari sem parar um segundo sequer. A maresia come solto e estou agora só esquentando um pouco o PC. É um verdadeiro ritual para não perder a placa mãe como aconteceu d'outras vezes. Relevem minha falta. Tomara que pare de chover logo e não chova quinze dias como o ano passado. Leia aqui.
Escrito por Magui às 01h04
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Rã de dois centímetros
 Uma construção foi suspensa no Rio de janeiro, em um morro daqueles onde estão tentando urbanizar. Acharam esta rã de dois centímetros. Foi um deusnosacuda.Os ambientalistas de um lado e o pessoal do governo do outro para decidir sobre um desvio com o objetivo de preservar o charco onde foi encontrado o bichinho. Foi uma surpresa pois era dado como extinto.
Eu achei interessante a notícia porque aqui em casa tem esta rã no jardim de inverno. Eu a mantenho viva porque ela come os fungos da samambaia. Eu não a vejo sempre mas só quando fica na parede e sei que está lá porque os fungos somem de um dia para o outro.Também não sei se tem mais de uma porque são muito pequenas. Um dia desses eu matei, de madrugada, uma na pia da cozinha. Se eu soubesse da raridade não teria matado.Aliás foi no impulso.Quando construímos esta casa, há duas décadas, haviam sapos, cobras e estes sapinhos. Não sei a diferença para dizer se é perereca, rã ou sapinho. Não dá para tirar uma foto e mostrar para vocês. Eu ia perguntar se alguém sabe diferenciar mas fiquei com medo das piadinhas!!!!
 Um salve para Maria Inês...
Escrito por Magui às 00h11
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Horário de verão
 Victor Gomez - Só para enfeitar o meu blogue  Pela primeira vez o horário de verão não está me fazendo bem.Mesmo não tendo muito compromisso com horários como é a minha vida. Já foi o tempo em que eu tinha horário rígido, corria demais e sabia calcular as horas pelo tempo, pelo sol. Alguma coisa está acontecendo...
Escrito por Magui às 01h01
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Guerra do tráfico
 Estamos assistindo um momento histórico com a Guerra Do Tráfico no Rio de Janeiro. Os chefões do tráfico não se conformam porque o governador não cede à reação violenta dos bandidos.
Os dados mostram que outros centros urbanos do mundo possuem um maior número de drogados e que há, no Rio, uma luta por espaço entre os cabeças do negócio, por ocupação de território dominado.
Já tornou-se conhecida a máxima de outras polícias estaduais na preocupação de impedir o mesmo fenômeno. A PM do ES faz intercâmbio com a PM de Minas Gerais e eu soube que foi emprestado à PM do Rio um grupo de capixabas para atuar junto com a PM do Rio. Então, pelo menos estes três estados possuem métodos semelhantes de atuação. Com certeza, há muito, no ES bandido não vira graúdo.Confirma o pavor de , aqui, ter o domínio dessa gente.
Paralelo ao domínio do espaço para venda de drogas a PM descobriu que o confronto é entre as próprias facções de bandidos e , estas, com o poder público representado pela Polícia Militar.A droga está em segundo plano, ficando o tráfico de armas como foco principal do confronto. É verdade,impressiona o calibre das armas a aparência da munição e a quantidade encontrada nos bunquers.
Não é de hoje que vimos meninos, rapazes e homens armados nas ruas, nas festas, transitando em carros e motos no Rio de Janeiro.Para acuar o poder público , obrigam o povo a atear fogo nos ônibus, matam pessoas nas ruas com armas roubadas das polícias, tornam a vida da população um inferno.
Essa hoste bandida foi deixada à deriva como se não fossem gente mas apenas números da pobreza abandonada.Essa mania dos donos do poder pensarem que pobre não tem cérebro levou a este estado de coisas.O que eu vejo são líderes capazes de organização e comando.Poderiam estar educados e encaminhados para uma vida produtiva mesmo que meramente enquadrados no sistema, como todos nós.
Ou morrem todos à bala ou teremos que esperar baixar a testosterona desses homens porque, depois de velho o capeta se faz ermitão.  Insatisfeito com a vida? Então KLIKA
Escrito por Magui às 11h31
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Suplicy de cueca vermelha no Senado
 Que papelão pode fazer um homem frente a uma mulher considerada bonita e vedete de programa humorístico! Se isso tivesse acontecido em um campo de futebol já seria absurdo ainda mais no plenário do Senado da República.
- Está completamente gagá!
Se não sabe KLIKA
Escrito por Magui às 00h09
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Mídia
Uma das coisas boas de morar em cidade grande é a oportunidade de participação em debates públicos nos vários assuntos que interessam o exercício da cidadania. Não só aqueles referentess a interesses diretos, profissionais ou políticos mas qualquer um que tenha a porta aberta para entrar.
Eu sempre fui rato de debate. Não podia saber de um e comparecia, sozinha ou acompanhada. Não há outra forma de a pessoa formar uma opinião do que a leitura ou a participação nestes debates. Este meu blogue tem esta intenção. Deixo em aberto as questões que coloco para sempre ter oportunidade dos leitores darem opinião. Não gosto de textos grandes e completos com questão fechada. E, gosto de saber o que pensam os que aqui comentam. Obrigada, gente...
Lamentavelmente, não pude ir a nenhum debate sobre mudanças na regras sobre a mídia nacional. Já vi vários debates na televisão, no rádio ou em comentários inseridos em outros. Já fiz, aqui, um ou dois textos sobre este assunto. Não pude , então, participar do que considero fundamental quando sair uma nova regulamentação da mídia televisiva. É que não sei como funciona a transmissão por antena parabólica. Já perguntei aos técnicos como posso fazer para pegar vários estados nacionais e não apenas São Paulo como acontece por aqui. Nenhum deles soube me dizer mas presumo que deve ser o transmissor e a possibilidade de um canal ter a transmissão com capacidade maior.
Agora, vem aí a Conferência Nacional sobre a Mídia e quero ver como vou participar com este assunto que me interessa demais. Quero ver o Brasil todo na minha televisão como manda a Constituição e não apenas o que querem impor meia dúzia de donos do poder de manipulação da mídia nacional, sempre com os mesmos assuntos, as mesmas misérias, as mesmas análises desfocadas.
 KLIKA, vale a pena.
 Um SALVE para Maria Inês...
Escrito por Magui às 00h39
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Cenas do cotidiano
 Em frente da minha casa, na calçada ( Passeio, em Belo Horizonte ) tem uma grama que foi plantada. É feita a manutenção, nada fácil, de molhar, cortar e jogar adubo. Nesta época do ano é um tapete verde.
A televisão à cabo, RCA, tem uma antena em um prédio desativado na contra esquina da minha casa. As más línguas dizem que é do Fernandinho Beira Mar, evidentemente em nome de um testa-de-ferro, ou seja, laranja. Neste condomínio não mora ninguém porque foi contruído fora da lei, com cinco andares onde só pode ter dois andares. Além disso não teriam sido pagos os direitos trabalhistas ,INSS e o FGTS. Portanto, não consegue o habits e , em assim sendo, não vendem os apartamentos pois não têm documentos.
Os técnicos da RCA ao virem fazer a manutenção da antena , em vez de estacionarem em qualquer lugar da rua, param o carro em cima da grama do passeio da minha casa. Por duas vezes eu pedi ao motorista para não parar ali pois tem mil lugares para ele parar e estragava a grama. Ontem, depois de uma noite de muita ventania,vieram fazer a manutenção da antena e o carro foi estacionado, inteirinho, paralelo ao muro , na grama verdinha do passeio.
Eu precisei sair e não dava para esperar o fim do trabalho do técnico para falar com ele. Então, escrevi um bilhete e, ao vê-lo no telhado do prédio, ao que ele me viu cá embaixo, mostrei o bilhete e indiquei o parabrisa onde o coloquei. Ele disse: - Não põe nada aí porque eu não vou ler.
E, eu disse: -Vai sim. Escrevi para você.
Subi no meu carro e fui cuidar da vida.
Na volta, ao chegar, achei o bilhete no portão da garagem. Eu o peguei e o rapaz havia escrito sua resposta atrás do meu. Eu vou transcrever os dois textos do bilhete.
Meu bilhete:
Senhor motorista Bom dia Pode parecer, ao sr, que estacionar um carro na grama do passeio seja uma bobagem. Mas eu pergunto: -Por quê, com tanto lugar para estacionar, o sr. parou exatamente em cima da grama ? Esta grama não é nativa, foi plantada, é adubada, cortada, molhada. Guarapari tem ruas sem cuidar e o poder público só cuida das ruas centrais.Portanto, por uma melhor aparência, por uma cidade mais bonita, esta grama existe.Só deixaremos de ser subdesenvolvidos quando nós , brasileiros ,colaborarmos com nossas cidades, além de nossos próprios umbigos. Grata por não estacionar na grama.
A resposta:
Só seremos um país desenvolvido quando as pessoas deste país forem melhor " alfabetizada". Biologicamente lhe explicando uma parte da grama não morre quando é exercido peso sobre ela, mas se somente se além de muito tempo com peso sobre ela ( vários dias ), você também deixá-la sem sol.
E no caso não ocorreu.
Grato. ***********************
As marcas dos pneus estão na grama. Ao que ele estacionar novamente, eu quero escrever outro bilhete. O quê vocês sugerem?
Um salve para a ESCELSA que Em mais um pigue de luz , Desregulou o moldem e me deixou Três dias sem net.
Escrito por Magui às 00h10
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Créditos de carbono
 Aconteceu o III Simpósio Amazônia- Desenvolvimento Sustentável e Mudanças Climáticas, com audiência pública na Comissão da Amazônia e do Meio Ambiente na Câmara Federal.
Um dos expositores foi Armando Dias Mendes, professor pela Universidade Federal do Pará, e há quarenta anos envolvido com as questões objeto dos trabalhos. O homem sabe tudo, inclusive pode desmistificar os geniozinhos que acham ter trazido alguma novidade para a questão do meio ambiente e tentativa de ordenamento nas questões da amazônia como se nada tivesse sido proposto ou criado anteriormente.
O melhor da sua participação foi saber que mais de uma pessoa considera a proposta do pagamento por créditos de carbono, pelos paises ricos aos pobres, para continuarem poluir o planeta uma proposta indecente.
Eu sempre considerei uma proposta indecente um país cujo desenvolvimento poluiu o planeta ao nivel em que está, propor aos paises em desenvolvimento o pagamento em créditos de carbono para que estes não se desenvolvam. Porque , trocando em miúdos, a proposta é esta: Vocês fiquem na sua e nós ficamos na nossa. Em troca , como temos dinheiro, pagamos a vocês para ficarem calados e não reclamarem ao manterem-se subdesenvolvidos.
Como disse o Prof. Armando, receber crédito de carbono é como ser gigolo dos emissores da CO2. É um cala a boca para que continuem a desenvolver-se e menosprezar os subdesenvolvidos que recebem verbas, não se desenvolvem mas ficam satisfeitos em receber uma quantia que não fazem jus pelo seu trabalho e criatividade. Os países desenvolvidos, com índice de excelência na condição humana não abrem mão do seu crescimento e pagam para manter seu status. É um engodo, uma farsa, uma malandragem, um jeitinho internacional de fazer os paises em desenvolvimento manterem -se onde estão enquanto eles vivem como são.
Portanto, ficou claro o quê era nebuloso no meu entendimento. Eu não captava inteiramente, mais este 171 lançado contra nós, pelos mesmíssimos espertinhos de sempre. Ainda bem que não estou sozinha neste entedimento. Pelo contrário, estou muito bem acompanhada. Só falta o Brasil não abrir mão do seu desenvolvimento e exigir que sejam cumpridos os protocolos firmados sobre a emissão de poluentes na atmosfera com seus prejuizos conhecidos. Aos que ainda não captaram, que sigam a ovelha, digo, o lider.  UM SALVE para a Rafaela...
Escrito por Magui às 00h21
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